"Manterei minha retidão e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a
minha consciência não me repreenderá." (Jó 27:6)
Ouvi a história de um pastor que
embarcou em um ônibus certa manhã, pagou a sua passagem e se sentou. Poucos
minutos depois, ele percebeu que o motorista havia lhe dado troco a mais.
Algumas pessoas poderiam colocar esse dinheiro no bolso e dizer: "Senhor, obrigado por sua provisão",
mas esse pastor sabia que isso era errado. Na próxima parada, ele caminhou até
a frente do ônibus com o troco extra e disse ao motorista: "Com licença,
senhor, você me deu troco a mais e eu queria devolvê-lo porque, obviamente,
você cometeu um erro."
O motorista disse: "Pastor, eu não
cometi um erro. Eu estava na sua igreja ontem à noite e ouvi você pregar sobre
honestidade. Queria ver se você pratica o que prega."
Felizmente ele o fez.
Como cristão, as pessoas estão
observando você e examinando cada movimento seu. Elas não estão esperando que
você seja um cristão exemplar. Mas esperam que você escorregue para que elas,
convenientemente, tenham algo para justificar suas dúvidas e incredulidade.
Devemos viver como se não tivéssemos
nada a esconder. Essa é a ideia de integridade: não ter nada em nossas vidas
que nos envergonhe. Essa integridade pessoal é algo que desenvolvemos
diariamente com cada pensamento e atitude que temos. E assim vamos construindo
o nosso caráter - ou destruindo-o.
Que tipo de caráter você tem? Quem é
você quando "ninguém está olhando"? Para todos os efeitos, esse é o
seu verdadeiro eu.
Devocionais Diários
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