“A
vida do homem é semelhante à relva; ela floresce como a flor do campo, que se
vai quando sopra o vento; tampouco se sabe mais o lugar que ocupava.” (Salmos 103:15,16)
Recentemente, enquanto assistia ao culto
fúnebre da vozinha de uma amiga, refleti mais uma vez sobre a fragilidade e a
brevidade da nossa existência. Aquele ambiente carregado de dor e de muitas
lágrimas, fez-me pensar no quanto devemos estar preparados para os momentos de
perda e para a nossa própria finitude. Bem diz a Palavra de Deus; “é melhor ir a uma casa onde há luto do que
a uma casa em festa, pois, a morte é o destino de todos; os vivos devem levar
isso a sério!” (Eclesiastes
7:2)
Enquanto ouvia os primos de minha amiga se
pronunciarem em nome da família, pude avaliar a minha própria vida. Aquelas
palavras doeram meu coração… Percebi que de fato a nossa vida é como um sopro.
Pode ser que amanhã eu não esteja mais aqui, ou aqueles que amo podem também
ir. Quando paramos para refletir sobre essas coisas, nos deparamos com a
realidade da eternidade: onde passaremos a eternidade? Com quem passaremos a
eternidade? O Senhor Jesus veio a
este mundo para nos garantir uma morada eterna com Ele:
“Disse
Jesus: eu sou o caminho, a verdade e vida, ninguém vem ao Pai, se não for por
mim.” (João 14:6)
Outra vez, Ele disse: “Em
verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me
enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.”
(João
5:24) Infelizmente, muita gente acredita que morreu, acabou. Mas,
pela Palavra de Deus, nós sabemos que
há algo além do que essa vida aqui. Céu ou inferno. Essas são as opções.
Somente em vida podemos fazer a escolha, pois, depois de mortos que poder de
decisão nós teremos? Nenhum.
Viver com os olhos na eternidade nos faz
valorizar o que realmente importa: Deus
e os nossos relacionamentos. Não levaremos nada daqui, mas deixaremos uma
herança, um legado. Por isso a importância de sempre nos lembrarmos que estamos
aqui de passagem e que a nossa vida seja uma passagem marcada pelo amor a Deus e ao nosso próximo. As riquezas?
Bem, se as tivermos, que sejam para servir a esses dois grandes propósitos!
O desejo do meu coração é que no tempo que
nos resta, nós amemos mais a Deus, à
nossa família, amigos, e a todos aqueles que se tornarem próximos de nós!
Andréia Rocha S. Arruda.
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