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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

CURANDO RESSENTIMENTOS


 “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor”. 1 Coríntios 13:4,5
É evidente que só entendemos as pessoas a partir de nossa própria perspectiva, da nossa maneira de enxergar. E quando esta nossa perspectiva de enxergar confronta-se com a do outro, está causado o atrito, ou gerado o conflito. E sempre que há conflito entre pessoas, de qualquer forma, ou ferimos ou saímos feridos. Como encaramos estas feridas é o que irá determinar a saúde e a felicidade de nossas relações. Quando reprimimos nossas feridas, elas transformam-se em raiva. Quando alimentamos, ruminamos cada um destes sentimentos, estas feridas transformam-se em ressentimentos. Infelizmente, nenhuma relação se fará sem conflitos, atritos e confrontos. Somos seres imperfeitos e, portanto, agentes de relações imperfeitas. Mas, também somos cristãos e, como tais, promotores da paz e ministros da reconciliação, pessoas libertas e lavadas pelo sangue de Cristo, que nos permite uma nova vida n’Ele, pelo perdão de nossos pecados. Precisamos, entretanto, construir nossos relacionamentos baseados nesta premissa, de que o perdão que Jesus nos deu, estende-se por nossa vida e atinge a vida daqueles que estão ao nosso redor, por intermédio de nossas vidas, porque somos responsáveis em levar a paz de Cristo Jesus e o seu perdão a todos eles. Assim, somos portadores da cura aos ressentimentos pelo perdão que nos foi concedido na cruz do calvário. Quando permitimos que Jesus entre em nossas relações, teremos condições e forças para perdoar quem nos feriu e pedir perdão àqueles a quem ferimos e amar de verdade. O Evangelho é o árbitro de nossas relações, pois através dele, estabeleceremos os princípios e os limites de nossas atuações como seres humanos. No amor com o qual nós somos amados, não há lugar para rancor, mágoas e ressentimentos, pois não há barreiras e nem limites ao seu agir. É desta forma que devemos amar, porque fomos redimidos de nossos pecados por este amor incondicional.
Rev. Fred Souto

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