“…e éramos aos nossos próprios olhos
como gafanhotos”. Números 13:33.
Ás vezes, as dificuldades tomam a dianteira
sobre nós e nos fazem nos ver como incapazes e inferiores. Dez dos doze espias
enviados por Moisés para espiarem a terra prometida, olharam com seus olhos
naturais e sentiram-se como gafanhotos diante do inimigo.
Havia uma palavra de Deus para aquele povo, mas a palavra humana prevaleceu naquele
momento. Algumas vezes, os obstáculos parecem gigantes e nos sentimos como
débeis gafanhotos. Mas Deus tem força para nos livrar do pecado
e da poderosa garra da tentação, que às vezes parece ser um gigante
invencível. Temos que olhar para trás,
para nos lembrarmos das poderosas demonstrações dessa força. Temos que olhar para a frente, para mirarmos a
meta celestial. Então, como os fiéis
espias Josué e Calebe, poderemos suportar os desafios do deserto e receber o
prêmio que Deus prometeu: a eternidade em Sua gloriosa presença, “Por essa causa também sofro, mas não me
envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é
poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia”. 2 Timóteo 1:12 .
A incredulidade leva o cristão,
inevitavelmente, à baixa estima, ao complexo de inferioridade. A fé é o oposto
de tudo isso, leva o cristão a lutar, a não se conformar com uma situação
adversa, faz das derrotas apenas passos que levam às conquistas e a uma vida de
maior intimidade com Deus.
Olhemos para nós como Deus nos vê, mais do que vencedores!
Pr Rômulo Abrantes.
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