“Vós, servos, sujeitai-vos com todo o
temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus”. 1 Pedro 2:18
O conceito cristão bíblico de liberdade não
se harmoniza com o conceito de libertinagem. A Bíblia desmascara a
fantasia humana de que as pessoas têm o poder de viver do seu próprio jeito,
sem respeito a qualquer tipo de limitação. Eis o que diz Pedro:
“Vivam
como pessoas livres. Não usem a liberdade para encobrir o mal, mas vivam como
escravos de Deus” (1 Pedro 2:18).
Não existe a fantasia da “liberdade absoluta”
– não existe ninguém que, na realidade, só faça “o que lhe dê na telha”. Por
isso, no parágrafo em que Pedro nos desafia a viver “como pessoas livres”,
neste mesmo contexto ele nos relembra que, por livre e espontânea decisão,
devemos viver “como escravos de Deus”. Paulo reforça a visão
bíblica do tema, explicitando que, na prática, ou vivemos como “escravos do
pecado” ou vivemos como “escravos de Cristo” ( 1 Coríntios 7:22). E acrescenta o detalhe
importante, na instituição da escravidão: “Deus comprou vocês” (1 Coríntios 7:23).
É forçoso salientar, em todo esse contexto,
que a iniciativa de assumir o desafio de ser livre não é da parte do ser
humano... ainda que pareça. A Bíblia, abertamente, ano tem meias palavras:
“Vocês, irmãos, foram chamados para serem livres” (Gálatas 5:13). Chamados
por quem? Chamados pelo Deus Pai, pela intermediação do Deus Filho. Conclusão bíblica: viver a
liberdade é viver à maneira revelada por Jesus, o Cristo. A vida livre, de
qualidade livre, de intensidade livre, é Cristo. É o Cristo libertador, porque
é o Cristo
o Senhor.
Pr. Olavo Feijó
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