“No
princípio criou Deus os céus e a terra”. Gênesis 1:1
Há uma expressão muito encontrada entre os
discípulos de Jesus: “Bem... nós
tentamos tudo que podíamos – agora, a única coisa que nos resta é orar...”. A
frase, se for logicamente analisada, baseia-se em um absurdo teológico. Ela
veio da crença de que nós é que somos responsáveis pelo nosso destino – e que o
Senhor Deus somente deve entrar em
jogo quando nossos recursos falham! Ainda que mal comparando, ela lembra a
postura da pessoa que espera até seu dente apodrecer para, e só então, pedir a
ajuda de um dentista – o qual, por uma questão profissional óbvia, não poderá
ver nenhuma saída inteligente, senão a da extração...
Desde seu primeiro versículo, a Bíblia rejeita definitivamente esta
nossa atitude de apelar para Deus somente
no caso de último recurso. “No princípio, criou Deus o céu e a terra” (Gênesis 1:1). O
universo era sem forma e vazio. Entregue a si mesmo, o universo nem sequer
existia. A realidade e a essência de tudo estava em Deus. Nunca poderemos encontrar significado na criação se
decidirmos ignorar o Criador.
Escrevendo aos Efésios, Paulo nos revela a
profundidade, a extensão e o amor da criação concretizada por Deus. “Deus nos escolheu Nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos
e sem defeito perante Ele e, em amor, nos predestinou para sermos adotados como
filhos, por Jesus Cristo...” (Efésios 1:4,5).
Eis, então, a mensagem profunda que lemos na revelação bíblica: se queremos um
bom princípio – em tudo – o jeito é depender de Deus. Além disso, se nosso desejo é viver uma vida espiritualmente
e humanamente abundante, o caminho continua sendo “viver em Cristo”.
Pr. Olavo Feijó
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