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segunda-feira, 30 de julho de 2018

CLAMANDO PELO SOCORRO DO SENHOR


 “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que me mostras a iniquidade e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita”. Habacuque 1:2,3
Quantas vezes, diante do Senhor, temos este mesmo clamor nos lábios que o profeta teve? Em meio às dificuldades de nossa vida e as aflições que tomam nosso coração, não conseguimos ver nenhuma possibilidade de ter a nossa esperança acolhida pelo Senhor, clamamos como o profeta: “onde estás ó Deus, que não me escutas?”.
Até quando? É a pergunta que permeia a nossa mente e enfraquece a nossa fé, fazendo com que os nossos olhos busquem a justiça de Deus como resposta para o nosso clamor. Entretanto, precisamos ter em mente que não há outro lugar onde encontrar as respostas para nossas dúvidas, medos, temores e falta de esperança, que não seja no Senhor. Nestes dias, se não tivermos a certeza inabalável que o Senhor é por nós, os nossos olhos turvarão em lágrimas e o nosso coração se esvaziará de esperança, fazendo com que a nossa mente busque as respostas nas possibilidades limitadas de nossas próprias mãos. Mesmo que nestes dias nós tenhamos o sentimento do profeta de que Deus não nos escuta, mesmo que não haja salvação à vista, ou que em nossos olhos só enxerguemos destruição, precisamos confiar que somente quando estivermos sob a vontade de Deus estaremos seguros. Só adquirimos esta fé em meio às tribulações de nossa vida, por mais que desejemos nos livrar delas. Elas nos farão perseverar, ter experiências com o Pai, fazendo-nos renovar a nossa esperança todos os dias, um passo de cada vez, uma glória após outra, uma vitória de cada vez, para que possamos construir a nossa maturidade de fé, pois provaremos do cuidado do Senhor com nossa vida.
Rev. Fred Souto




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