"Pedro, então, ficou detido na prisão, mas a igreja orava
intensamente a Deus por ele." (Atos 12:5)
Quero contar a história de uma igreja
incansável que estava em oração profunda e desesperada. Ela sofria intensa
perseguição e enfrentava o que parecia ser uma situação sem esperança.
Já fazia algum tempo desde o último
ataque, que resultou no martírio de Estêvão, mas Deus usara isso para a Sua glória.
O problema era que a igreja estava se prendendo a Jerusalém e permanecendo numa
espécie de panelinha de santos. Jesus tinha dito para seus
seguidores irem a todo o mundo e para pregarem o evangelho, mas eles não
estavam realmente fazendo isso. Quando a perseguição chegou, a igreja se
espalhou. No fim das contas, isso resultou em algo bom. Eles se lembraram que
seu objetivo não era se isolar da sociedade, mas infiltrar-se nela.
O capítulo 12 de
Atos começa com Herodes liderando uma nova onda de perseguição,
matando Tiago, o irmão de João. Como autoridade política, Herodes viu isso
agradar os seus eleitores. Então ele prendeu o líder da igreja, Simão Pedro.
Quase todos olhavam para Pedro; ele era um líder espiritual. E parecia que ele
seria executado em seguida.
Então, o que a igreja fez? Ela sacou a
sua arma secreta: "[...] a igreja orava intensamente a Deus por ele"
(Atos 12:5).
Todas as outras portas podem ter sido fechadas, mas uma porta permaneceu
aberta: a porta da oração - a porta para a presença de Deus. A igreja orou e
tudo mudou.
A oração também é a nossa arma secreta,
mas não a usamos o suficiente. Tentamos de tudo, mas com que frequência oramos
seriamente? A oração é frequentemente o último recurso, a única coisa que resta
a fazer depois de termos esgotado todas as outras opções. Na verdade, orar
deveria ser a primeira coisa a fazer (veja 1 Timóteo 2:1).
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