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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O TAMANHO DAS BÊNÇÃOS

 “Então entrou o rei Davi, e ficou perante o SENHOR; e disse: Quem sou eu, SENHOR Deus? e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui? 1 Crônicas 17:16
Avaliar adequadamente as bênçãos que recebemos exige, no mínimo, uma adequada visão de perspectiva: nem tão perto da árvore, de modo a não vermos o bosque, nem tão longe da árvore, de modo que só percebamos o bosque. Foi este o questionamento de Davi: “Então entrou o rei Davi, ficou perante o Senhor, e disse – Quem sou eu, Senhor Deus? E que é a minha casa, para que me trouxesses até aqui?” (1 Crônicas 17:16). 
Davi, na sua família, não era o mais importante, no meio dos filhos. Aparentemente, cuidar dos rebanhos da família não era considerada a atividade mais respeitada, pelos irmãos mais velhos. Por isso, no final de sua meteórica carreira de líder político e militar, responsável pela construção de um poderoso império, o rei pergunta ao seu Deus: “Baseado em que, meu Deus? Por que me tiraste da posição de um desconhecido trabalhador rural, guindando-me à altura, a qual cheguei?
É importante, periodicamente, fazer um balanço de nós mesmos. Qual a explicação do Senhor? Quando, em momentos de lucidez, olhamos para as condições de nosso hoje, comparando-as com a humildade do nosso, ontem, sempre concluímos que a explicação é o amor de Deus por nós! Nestes momentos, repetimos o Salmo dos romeiros: Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, ora diga Israel; Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra nós”, Salmos 124:1,2 Nossas perspectivas espirituais sempre dependerão de nossa proximidade, no relacionamento com Deus.
Pr. Olavo Feijó

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