"Então Jesus contou aos seus
discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca
desanimar." (Lucas 18:1)
Jesus não
somente nos disse para orar. Ele
também nos deixou um exemplo de oração.
Lemos nos Evangelhos que Ele orava constantemente.
Era Deus
em forma humana caminhando em nosso planeta, respirando o nosso ar e ainda
sentindo a necessidade de estar em constante comunhão com o Pai.
Não era raro ver Jesus orando enquanto os discípulos dormiam. Sabemos que, enquanto Ele estava no Jardim do Getsêmani,
orou:
“Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice [...]” (Mateus 26:39).
E quando Ele
estava na cruz, Sua primeira
declaração foi: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lucas 23:34).
Mais tarde, Ele orou: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me
abandonaste”?
(Mateus 27:46).
Quando Jesus
ressuscitou Lázaro dentre os mortos, lemos que primeiro Ele falou a Seu Pai,
dizendo: Pai, eu te agradeço porque me
ouviste.
Eu
sabia que sempre me ouves, mas disse isso por causa do povo que está aqui, para
que creia que tu me enviaste. (João 11:41,42).
“Então Ele gritou: Lázaro, venha para
fora”! (João 11:43).
E foi exatamente isso o que Lázaro fez.
Quando
Jesus alimentou aquelas cinco mil pessoas, lemos que primeiro Ele olhou para o céu e deu graças pelos
cinco pães e dois peixes que foram trazidos a Ele (veja Mateus 14:19).
A Bíblia
também nos diz que as crianças foram trazidas para Jesus para que Ele
pudesse colocar as mãos sobre elas e orar por elas (veja Mateus 19:13).
Se Jesus
sentiu a necessidade de orar constantemente, quanto mais devemos nós?
Ore o tempo todo.
Ore sobre todas as coisas.
Ele nos
deu esse exemplo.
Nós também precisamos ser pessoas de oração.
Pão do Dia
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